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quarta-feira, 26 de julho de 2017

Mega-Sena pode pagar prêmio de R$ 90 milhões nesta quarta




O sorteio 1.952 da Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 90 milhões para quem acertar as seis dezenas. O sorteio ocorre às 20h (horário de Brasília) desta quarta (26), em Rio Branco (AC). 

De acordo com a Caixa Econômica Federal, com o valor integral do prêmio, o ganhador poderá comprar 600 carros de luxo. Se quiser investir na poupança, receberá mensalmente R$ 500 mil em rendimentos. 

Para apostar na Mega-Sena
As apostas podem ser feitas até as 19h (de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer lotérica do país. A aposta mínima custa R$ 3,50. 

Probabilidades
A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para a aposta simples, com apenas seis dezenas, com preço de R$ 3,50, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa. 

Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 17.517,50, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 10.003, ainda segundo a Caixa. 

 Com informações de G1.Com

terça-feira, 25 de julho de 2017

BNB e Assurn firmam parceria para fortalecimento do setor supermercadista do RN


Mais de R$ 35 milhões já foram financiados em 2017
Natal, 25 de julho de 2017 – O Banco do Nordeste e a Associação de Supermercados do Rio Grande do Norte (Assurn) assinarão, amanhã (26), às 9h, na sede da Associação, acordo de cooperação queestabelece ações conjuntas para o fortalecimento das empresas vinculadas à Assurn, cerca de 190 atualmente. A parceria prevê disponibilização de linhas de crédito para investimento e capital de giro.

De janeiro a junho deste ano, o Banco financiou mais de R$ 35 milhões para os supermercados potiguares, de pequeno a grande portes e espalhados por diversas regiões do Estado.  Além de construções e modernizações de prédio, operações de aquisição de equipamentos e insumos também foram realizadas.

O superintendente do Banco do Nordeste no Rio Grande do Norte, Fabrizzio Leite Feitosa, está confiante que a parceria contribuirá pra a expansão da base de clientes do BNB no Estado, bem como com a manutenção e geração de novos empregos. "Nossos recursos e taxas são muito atrativos. Sabemos do potencial de crescimento dessa área no Rio Grande do Norte e estamos dispostos a ajudar os empresários", afirma o gestor.
        
De acordo com o presidente da Assurn, Luiz Antônio de Moura, a união entre a Associação e o Banco é muito importante. "Os nossos associados terão acesso diferenciado aos serviços e produtos do BNB. Para o empresariado supermercadista ter crédito e agilidade no atendimento, principalmente nestes tempos de crise, é fundamental para a manutenção da competitividade. Esperamos que esta parceria seja duradoura e traga excelentes resultados para nossa associação e para o Banco do Nordeste", conclui.

IMPRENSA - Banco do Nordeste
(84) 3133-3226

Governo autoriza R$ 4,1 bilhões em emendas parlamentares


BRASÍLIA — Prestes a ver a Câmara julgar a denúncia da Procuradoria-Geral da República que o acusa de corrupção passiva, o presidente Michel Temer deixou as torneiras do governo abertas para os deputados federais. O valor das emendas empenhadas — ou seja, cuja liberação de recursos foi prometida — explodiu nos meses de junho e julho: de apenas R$ 102 milhões, entre janeiro e maio, para R$ 2 bilhões em junho e R$ 2,1 bilhões até 19 de julho. Nesses dois meses, o valor autorizado é 40 vezes maior do que o empenhado em cinco meses.

Os dados foram colhidos pela organização Contas Abertas. Em geral, as emendas parlamentares são destinadas a pequenas obras nas bases eleitorais dos políticos e ganham especial atenção nos anos pré-eleitorais, como o atual.

Há dez dias, O GLOBO já havia publicado, a partir de um levantamento da Rede, que o presidente havia empenhado, até então, R$ 3,7 bilhões. O levantamento agora mostra que o montante total já autorizado subiu cerca de R$ 500 milhões desde aquele momento. Esses valores dizem respeito às chamadas emendas individuais impositivas e às duas emendas de bancada que são consideradas prioritárias e também obrigatórias.

QUANTIA PAGA É MENOR
Diante da gravidade da situação das contas públicas, o montante efetivamente pago foi sensivelmente menor. O valor total pago entre janeiro e 19 de julho foi de R$ 1,8 bilhão. Desses, aproximadamente R$ 1 bilhão foi liberado em maio, junho e julho. A maior parte diz respeito a emendas empenhadas em anos anteriores que foram pagas agora, mas também há recursos referentes ao orçamento deste ano.

— Sem caixa, o governo está prometendo mas não está pagando. O agrado aos deputados está se dando com o empenho das emendas, na forma de promessa. Só em junho e julho foram empenhados R$ 4,1 bilhões. Mas o parlamentar imprime esse empenho e anuncia lá na rádio do seu estado que está levando tantos milhões para uma quadra de esportes ou um posto de saúde, isso é o que interessa — explica Gil Castelo Branco, do Contas Abertas.

Os valores dos empenhos seguem mais ou menos o tamanho das bancadas nas duas Casas — para impedir interpretações de que se está atendendo a uma legenda em detrimento da outra. O partido que ocupa o topo é o PMDB de Temer, com R$ 620,6 milhões de emendas empenhadas de janeiro a julho. O segundo lugar, no entanto, é da oposição. Os parlamentares do PT, que tem a segunda maior bancada da Casa, tiveram R$ 460,7 milhões. O PSDB fica em terceiro, com R$ 423,4 milhões, os partidos do centrão — PP e PR — vêm em seguida, com R$ 374,7 milhões e R$ 308,1 milhões.

O Democratas, do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (RJ), teve R$192,1 milhões de emendas empenhadas, atrás de partidos da oposição como o PSB, que obteve R$ 246,1 milhões das emendas de seus parlamentares empenhadas.

O governo intensificou os gastos nos dias que antecederam a votação sobre o prosseguimento da denúncia contra Temer na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara. Reportagem do GLOBO do último dia 16 mostrou que Temer usou R$ 15 bilhões em liberações úteis às pretensões eleitorais dos deputados, como créditos para iluminação pública de cidades, além das emendas parlamentares.

Os resultados apareceram na votação do parecer sobre a denúncia de corrupção passiva. A CCJ aprovou um relatório contrário à continuação da acusação contra o presidente. O governo, no entanto, afirmou que as liberações foram procedimentos “absolutamente normais”.

Com informações de O GLOBO

Em meio à crise fiscal e financeira, procuradores aprovam reajuste salarial de 16,7%


BRASÍLIA - Depois de cinco horas de debate, o Conselho Superior do Ministério Público Federal (MPF) aprovou a inclusão no orçamento da instituição para 2018 um reajuste salarial de 16,7% para procuradores da República. O reajuste deverá ser compensado com um corte de R$ 116 milhões em alguns setores do próprio MPF.

O Conselho também decidiu triplicar a verba para passagens e diárias da força-tarefa da operação Lava-Jato em Curitiba. Os valores reservados aos procuradores subiram de uma proposta inicial de R$ 500 mil para R$ 1,6 milhão. O orçamento só tem validade, no entanto, se for aprovado pelo Congresso Nacional.

A proposta de criar uma comissão para definir cortes e garantir, dentro do orçamento, o reajuste de 16,7% partiu de Raquel Dodge, escolhida pelo presidente Michel Temer para suceder o atual procurador-geral da República, Rodrigo Janot.

Durante o debate, o subprocurador Carlos Frederico chegou a sugerir a proibição de cortes nas verbas de manutenção das unidades do Ministério Público (MP) e na Procuradoria-Geral da República (PGR).

Raquel se opôs à restrição. O Conselho decidiu, então, aprovar a criação da comissão e não estabelecer limites sobre setores que podem ou não a ser atingidos com os cortes.

— Não tenho nenhum estudo que diga que não será necessário mexer na manutenção das unidades. Essa seria a última decisão a ser tomada — disse Raquel

Com informações de O GLOBO

sexta-feira, 21 de julho de 2017

Empresários criticam alta de imposto e defendem reformas e cortes de gastos


Por G1


As entidades que representam os empresários criticaram a decisão do governo federal de elevar o imposto sobre os combustíveis. Para elas, a melhor solução é o corte de gastos e a realização das reformas da Previdência e tributária.

A avaliação dos empresários contrasta com a visão dos economistas, que elogiaram a decisão e entendem que ela é necessária para equilibrar as contas públicas.

Veja trechos dos comunicados das entidades sobre o anúncio: 

Fiesp
"O que é isso ministro? Mais imposto?

Há apenas 3 meses, cobramos publicamente o ministro da Fazenda sobre suas declarações de que pretendia aumentar impostos. Fomos ouvidos.
Nesta semana, ficamos indignados com o anúncio da alta de impostos sobre os combustíveis. 

Ministro, aumentar imposto não vai resolver a crise; pelo contrário, irá agravá-la bem no momento em que a atividade econômica já dá sinais de retomada, com impactos positivos na arrecadação em junho. 

Todos sabem que o caminho correto é cortar gastos, aumentar a eficiência e reduzir o desperdício. 

A FIESP mantém sua coerência. Desde 2015 empreendemos forte campanha contra o aumento de impostos, que obteve amplo respaldo popular, com 1,2 milhão de assinaturas. Conseguimos evitar a recriação da CPMF e outras tentativas de aumento de impostos.
Mantemos nossas bandeiras e convicções, independentemente de governos. Somos contra o aumento de impostos porque acreditamos que isso é prejudicial para o conjunto da sociedade. Não cansaremos de repetir: Chega de Pagar o Pato. Diga não ao aumento de impostos! Ontem, hoje e sempre." 

Firjan
"O Sistema FIRJAN reforça sua posição de que a saída para a crise fiscal não passa por mais aumento de impostos, mas na adequação dos gastos públicos ao novo cenário econômico e na urgência da aprovação da reforma da previdência. 

O País precisa de reformas, e não de mais impostos. Além de um teto para os gastos, o Brasil necessita de um teto para os impostos. Essa é a proposta do Sistema FIRJAN. 

Não é o momento de onerar o custo do transporte e da produção para as indústrias, que tentam sobreviver à pior recessão da história. No Brasil e no Estado do Rio será registrado, em 2017, um novo recorde de fechamento de empresas. 

No primeiro semestre foram fechadas 8.151 empresas no Estado do Rio, quase 40% acima do registrado no mesmo período em 2016. Na prática, isso significa que novos aumentos de impostos podem resultar em queda, e não em aumento da arrecadação, simplesmente porque o próprio fisco está expulsando os contribuintes da base de arrecadação tributária." 

CNDL
"A Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) defende que a maneira mais eficaz, justa e equitativa para se aumentar a arrecadação é estimular o crescimento econômico. Basta verificar que neste primeiro semestre de 2017 já houve um aumento da arrecadação em decorrência, exclusiva, do aquecimento da economia, ainda que inicial.
Qualquer tipo de medida que traga aumento de impostos acaba concentrando, ainda mais, a arrecadação tributária nas mãos de poucos em detrimento de uma distribuição mais equitativa da carga tributária. 

A CNDL é a favor de uma reforma tributária ampla que corrija distorções e que permita o crescimento do setor produtivo para a geração de mais empregos e mais renda. A arrecadação tributária pode ser aumentada com o crescimento econômico, sem a necessidade de criação de impostos e aumento de alíquotas que penalizem setores específicos. 

Quando se criam taxas, impostos em cima do setor de combustíveis, isso afeta o custo dos combustíveis, o transporte de matérias primas, de produtos industrializados, o que acaba recaindo sobre o consumidor final. Hoje, a carga tributária é muito concentrada em setores distintos." 

ACSP
"O governo deveria ter repensado, em razão do aumento arrecadatório sobre o ano passado e dos sinais de retomada da economia. Agora é um momento totalmente inoportuno para pensar em elevar tributos. 

O governo precisa fazer um controle mais eficiente dos gastos e pensar em primeiro lugar na superação da população frente aos problemas financeiros trazidos pela recessão. 

A elevação de preço dos combustíveis desencadeia o encarecimento do transporte de mercadorias e de passageiros. E dificilmente o comerciante não repassará isso para o consumidor, tornando mais lenta a recuperação econômica. 

Não podemos esquecer de que a intensificação da queda dos juros vai estimular o consumo, ajudando na retomada da economia e da própria arrecadação tributária."